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terça-feira, 15 de março de 2016

Funcionalismo paralisa por 72 horas

Ato está previsto para acontecer entre quarta e sexta-feira, nas escadarias da Alerj, e foi decidido em assembleia que reuniu 30 categorias

15/03/2016
manifestação na Alerj

Depois de enfrentar uma semana intensa com o atraso no depósito dos salários, nova mudança no calendário de pagamento e protestos de servidores e de estudantes da rede estadual, o governo vai encarar nos próximos dias paralisação que vai durar 72 horas. Está programada entre quarta e sexta-feira e foi decidida em assembleia que reuniu 30 categorias no último dia 3, quando mais de 10 mil pessoas participaram de manifestação nas escadarias da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
O Movimento Unificado dos Servidores Públicos do Estado do Rio (Muspe) defende que a paralisação é o último recurso que resta ao servidor mediante o atraso de salários, constantes alterações nas datas de pagamentos e pelo parcelamento do 13º salário.
Os servidores da Educação, da Saúde, do Judiciário, do Carreirão, da área administrativa e também da Segurança Pública reclamam de o governo não conceder reajuste salarial anual, determinado pela Constituição. No ano passado, o pessoal da Educação não recebeu aumento. O último foi concedido pelo estado em 2014.
Os servidores vêm sofrendo constantes transtornos com as mudanças no calendário de pagamento. Enfrentam problema com atraso de contas, juros de cartão de crédito, cheque especial e demais dívidas bancárias. O governo justifica a crise com a queda na arrecadação de ICMS e dos royalties de petróleo. Para honrar os pagamentos da folha salarial do funcionalismo, mesmo com atraso, vem deixando de pagar vários fornecedores e demais credores.
A greve na Educação conta com adesão de 70% dos professores da rede segundo o Sepe, sindicato da categoria. Já a Secretaria Estadual de Educação aponta apenas 3% participam. Assim, como os professores da rede, os docentes e os técnicos-administrativos da Uerj estão em greve por tempo indeterminado e têm mobilizado os alunos que vêm promovendo protestos. As informações são da Coluna do Servidor/O Dia.
Fonte: Campos 24 horas.

quarta-feira, 9 de março de 2016

De Olho no Futuro

Data: 09/03/2016

Projeto de Ciências de SJB é selecionado para feira internacional

Projeto foi selecionado para participar da Feira Internacional de Ciência Jovem, em Pernambuco



Depois de vencer a IX Feira de Ciência, Tecnologia e Inovação (Fecti) do Estado do Rio de Janeiro, o trabalho “A influência da luz no desenvolvimento da Typha domingenesis: da matéria prima à geração de renda” foi selecionado para participar da 22ª Feira Internacional de Ciência Jovem. O convite foi feito pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação.

Abordando o tema Luz, Ciência e Vida, o projeto das alunas Eduarda do Espírito Santo, Marília Rangel Mendes, da E.M. Manoel Alves Rangel, foi apresentado na Feira Municipal de Ciências, Tecnologia e Inovação e selecionado para participar da Fecti, saindo vencedor da categoria Ciências no Ensino Fundamental II – 6º e 7º ano. Agora, as alunas foram convidadas para apresentar o trabalho na Feira Internacional, que vai acontecer em Olinda, Pernambuco, em outubro.

Para recordar: Em 2015 dez trabalhos participaram da Feira Municipal de Ciências, Tecnologia e Inovação nos dias 22 e 23 de outubro, após serem selecionados nas Feiras de Conhecimento realizadas em todas as escolas municipais com segundo segmento. Desses dez, quatro projetos se destacaram e foram apresentados na Fecti, saindo vencedores o trabalho da E. M. Manoel Alves Rangel, intitulado “A influência da luz no desenvolvimento da Typha domingenesis: da matéria prima à geração de renda” e o da E.M. Elysio de Magalhães, intitulado: “Luz e Visão: uma breve abordagem sobre a luz e o processo de percepção das cores”.
Fonte: Terceira Via.

09/03/2016 
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Sancionada lei da licença paternidade para 20 dias




O governo federal sancionou a lei que cria a Política Nacional Integrada para a Primeira Infância e estabelece marco regulatório com uma série de direitos voltados para crianças de até seis anos de idade.
O texto, aprovado no início do mês passado pelo Senado Federal, foi sancionado sem vetos pela presidenta Dilma Rousseff nesta terça-feira (08/03). O principal avanço da legislação é o aumento da licença-paternidade dos atuais cinco dias para 20 dias.
Por enquanto, o aumento da licença não será obrigatório para todos, mas apenas para as empresas que aderirem ao programa Empresa Cidadã, que também possibilita o aumento da licença-maternidade para seis meses. A licença-paternidade de 20 dias também valerá para adoção.
O marco legal também prevê identificação e prevenção dos casos de violência contra gestantes ou crianças, em mecanismo semelhante aos já adotados em outros países, por meio do sistema de saúde.

 Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 7 de março de 2016

Inauguração nesta 4ª: Nova E.M. Albertina Venâncio

A obra de reforma e ampliação possibilitou que a unidade de ensino fosse adaptada para o padrão modelo

07/03/2016 



photos

Com inauguração agendada para esta quarta-feira (9), às 19h30, a Escola Albertina Venâncio, em Travessão, será a maior da rede municipal de ensino de Campos, com capacidade para receber até 1.500 alunos em três turnos: manhã, tarde e noite. A obra de reforma e ampliação possibilitou que a unidade de ensino fosse adaptada para o padrão modelo. Além disso, agora são três pavimentos, antes eram dois.
– É uma bela escola com toda a infraestrutura necessária para facilitar o aprendizado, o que é excelente não somente para os alunos, mas também para os professores e funcionários em geral – destacou o secretário de Educação, Cultura e Esporte, Frederico Tavares Rangel. Até o final de março a Prefeitura de Campos vai inaugurar oito escolas e creches que foram reformadas, ampliadas ou são novas.
No total são mais de 20 salas, telhado especial, mini auditório, sala de informática, sala de recursos, quadra poliesportiva coberta com refletores e alambrados, banheiros e janelas amplas, refeitório, biblioteca, videoteca e outras instalações. De acordo com o secretário de Infraestrutura e Mobilidade Urbana, Edilson Peixoto, a escola está praticamente concluída. “As obras vão garantir muito mais conforto a todos”, disse Frederico.
 Fonte: Campos 24 Horas.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Que Sistema é Este ...???

sdc
A esquerda transformou o sistema educacional brasileiro no pior de todo o mundo razoavelmente desenvolvido.

O objetivo último do sistema educacional brasileiro ao final do ciclo de estudos é que os educandos atinjam o mesmo padrão de idiotia de seus professores.
O ensino de literatura portuguesa foi excluído formalmente do curriculum nacional. Dizemos formalmente por que na prática real da sala de aula ele já foi eliminado faz tempo. Da mesma forma como o ensino de literatura nacional já foi eliminado e substituído pelo ensino de uma pseudo-história literária do país. E a história nacional e universal propriamente ditas foram substituídas pela exibição de sequências temporais de exemplos de "luta de classes" e de "injustiça social" que marcam a vida no planeta.
O ensino da norma culta do idioma foi substituído pela relativização de sua importância por meio da consideração do falar natural iletrado como fato social a ser apreciado. Por sua vez, o ensino dos rudimentos de ciências naturais deu lugar à pseudociência do ambientalismo embalada na vigarice pedagógica da multidisciplinaridade e estudo do meio, que nunca serviram para ensinar ciência a ninguém. E até mesmo o rigor lógico formal aparentemente intransponível da matemática foi corrompido por estratégias falaciosas de ensino envolvendo “contextualização” como pretexto para não se ensinar a disciplina como ela deve ser ensinada e aprendida.
A esquerda transformou o sistema educacional brasileiro no pior de todo o mundo razoavelmente desenvolvido, matando no nascedouro de uma geração qualquer possibilidade de nos constituirmos como civilização. O sistema de educação nacional pública e privada serve tão somente para doutrinar segundo a agenda ideológica marxista da esquerda, para implantar e reforçar estereótipos de vítima social ou de culpa por dívida histórica, conforme o segmento de renda atendido, ambos devidamente apresentados sob o eufemismo de consciência social ou consciência crítica.
O objetivo último do sistema educacional brasileiro ao final do ciclo de estudos é que os educandos atinjam o mesmo padrão de idiotia de seus professores, que por sua vez já saem devidamente idiotizados das favelas de pensamento em que se transformaram os cursos de licenciatura das universidades brasileiras, incluindo as universidades públicas de mais prestígio.
No dia em que os brasileiros derrotarem a esquerda e conseguirem retomar as rédeas de seu destino na tentativa de se constituir como nação civilizada, coisa que ainda não somos e jamais seremos enquanto a esquerda estiver no poder, uma das primeiras medidas a serem tomadas será jogar no lixo tudo o que se fez e se produziu em termos de educação nas últimas duas décadas, pois nada do que foi feito nessa área nos últimos anos pode ser aproveitado. Pelo contrário, a nossa miséria civilizacional se explica em grande parte pelo crime continuado de lesa pátria que a esquerda vem praticando nos últimos anos desde que tomou de assalto o sistema de educação nacional, quando deu início à marcha rumo à idiotia que nos transformou em pária entre as nações.

Sepe confirma greve na próxima quarta, mas ainda vai decidir se será por tempo indeterminado

Assembleia definirá se a greve permanecerá por tempo indeterminado. No mesmo dia acontece também o ato de todos os servidores nas escadarias da Alerj

29/02/2016   10h27   |   Foto: Divulgação

manifestação na Alerj


Após diversos protestos de alunos e professores da rede estadual de ensino em Campos e em várias cidades do Estado, a categoria aprovou greve no dia 2 de março.

Os profissionais reivindicam reajuste salarial, melhores condições de trabalho e protestam contra o projeto de reforma da Previdência do governo do Rio à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) que aumentará o desconto de 11% para 14%.
Segundo Norma Dias, coordenadora do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe), em Campos, a categoria fará esse movimento no dia 2 de março, no mesmo dia em que haverá o ato de todos os servidores nas escadarias da Alerj, a partir das 15h.
“Nossa assembleia vai definir o formato da nossa greve, ou seja, alguns pontos que precisamos decidir obre o ato, como por exemplo, o tempo em que vamos permanecer em greve. Chegamos ao último instrumento de luta. Tentamos de várias formas e não tivemos outra saída, a greve”, relata Norma.
Ainda de acordo com a coordenadora, as instituições de ensino estão precárias. “Tem escola que não tem condição de iniciar se que o ano letivo”, conta.
Norma destaca ainda a participação dos profissionais da rede estadual na assembleia prevista para às 10h é de suma importância.
‘Estamos lutando contra os pacotes de maldade do governador Luiz Fernando Pezãocontra o funcionalismo estadual”, finalizou Norma Dias.
Fonte: Campos 24 horas

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

MORTE! ARNALDO JABOR DENUNCIA  AMEAÇAS A SUA VIDA…

ARNALDO JABOR

O jornalista e cineasta ARNALDO JABOR está a denunciar, publicamente as ameaças que vem sofrendo.  Escreve: Meu pai Carlos Jabor ja dizia: “MORRA PELA VERDADE, MAS NÃO VIVA PELA MENTIRA!  O Cristalvox tem o mesmo temor… Não faltará o dia que começarão a prender e matar jornalistas no Brasil.

… “Estamos caminhando para o fundo do poço. Começa a acontecer no Brasil algumas pequenas manifestações legítimas do povo….Com as redes sociais a propagação de ideias está tomando um rumo contra o atual governo da “presidenta” Dilma de forma incontrolável…Eu, Arnaldo Jabor venho sofrendo ameaças de forma não mais velada…mas clara….Mas, como jornalista independente que sou, não me furtarei a falar a verdade…a externar o sentimento do povo, mesmo que isto custe um preço alto…Afinal de contas estamos precisando no Brasil de Militares corajosos…médicos corajosos….Jornalistas corajosos…..Padres corajosos… Pastores corajosos… cidadãos corajosos….todos nesse momento crucial do país. Todos têm que dar sua forma de colaboração contra um sistema de governo que escraviza o capital trabalhador em detrimento do capital externo…Não tenho e não terei medo de morrer….Meu pai Carlos Jabor ja dizia: “MORRA PELA VERDADE, MAS NÃO VIVA PELA MENTIRA! Povo brasileiro chegou o momento das manifestações legítimas e de exigirmos a saída dessa mulher que se chama Dilma Roussef e que atrasou o pais em mais de 50 anos”… Comentário: Um governo que tomou tudo dos brasileiros, ainda chega a ameaçar aos que defendem a ética e o fim dessa quadrilha de bandidos. Um partido que saqueou as contas públicas aparelhando o Estado com um “sindicato de ladrões”, como bem definiu o ministro do Supremo, Gilmar Mendes. Uma presidente que implodiu com a economia e praticou mirabolantes pedaladas fiscais para esconder seus erros. Uma administração que tem inúmeros atos investigados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que podem cassar o mandato ou levar ao impeachment. Um oceano de provas sobre esquemas fraudulentos. Desvios de estatais. Doações ilegais em campanha. Negociatas de cargos e verbas para garantir apoio. O enredo de podridões já podia estar no limite, mas a esquadra petista segue armando tramoias sem fim e mentindo descaradamente para sustentar a todo custo o seu projeto de poder.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Edson Batista fala dos cortes nos salários e sobre documentos de Benta Pereira

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Em entrevista coletiva nesta quinta-feira (01) pela manhã, o presidente da Câmara Municipal de Campos dos Goytacazes, vereador Edson Batista, falou sobre a provável redução dos subsídios (salários) dos vereadores, assessores e cargos comissionados, em razão da crise econômica, além do achado dos testamentos da heroína campista Benta Pereira e seus familiares, encontrados num cofre guardado na Câmara.
Edson Batista frisou que o Orçamento das câmaras de municípios entre 300 e 500 mil habitantes é de 5% da receita corrente líquida do município relativo ao exercício ano anterior, de acordo com a Constituição Federal.
“Em razão da crise recessiva, esta receita caiu muito este ano, com queda nos repasses federais e estaduais como o FPM (Fundo de Participação dos Municípios) e ICMS, além das receitas próprias do município, como o ISS e ITBI (Impostos de Transmissão de Bens Imóveis), entre outros. Com a queda dessas receitas, houve a diminuição do repasse à Câmara, logo essa realidade nos impõe alternativas como a provável redução dos subsídios (salários) dos vereadores e vencimentos de assessores e cargos comissionados”, explicou.
O presidente da Câmara lembrou ainda que a Câmara, de acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), a Câmara tem um limite de gastos com folha de pagamento de pessoal, em 70% do seu orçamento.
Alguns veículos indagaram ao presidente do Legislativo sobre o custo da Câmara Municipal para a sociedade. “A Câmara de Campos é uma das que detém menor gasto per capita (por habitante) entre as câmaras municipais do Estado do Rio, segundo publicação da Revista Finanças dos Municípios Fluminenses”.
Edson Batista lembrou que o Legislativo campista aparece na 67ª  posição entre as câmaras do estado. Com esta colocação, a Casa de leis legislativa está entre as 25 câmaras de menor despesa per capita do Estado, sendo a primeira entre os municípios da Bacia de Campos com menor gasto per capita.
“A Câmara tem um orçamento de quase R$ 30 milhões, para um município de cerca de 500 mil habitantes. Então, há um custo em torno de R$ 60,00 por ano para cada habitante. Se fizermos a conta mensal, teríamos um custo de R$ 5,00 por cada habitante, ou menos de R$ 0,2 por dia para cada cidadão campista”
Os dados são de 2013, segundo a revista, que fez o estudo com base em números de órgãos oficiais como a Secretaria Nacional do Tesouro, IBGE, sistemas de informações e órgãos de controle.
Outro assunto abordado na entrevista foi a proposta de redução do número de cadeiras na Câmara, do vereador Thiago Virgílio. “Essa proposta não faz sentido porque tanto faz um, dez ou 25 vereadores, o duodécimo da Câmara continuará sendo o mesmo, não implica em diminuição do repasse a que a Câmara faz jus”, explicou.
Benta Pereira – Sobre os testamentos e inventários de Benta, Mariana Barreto (sua filha) e Pedro Manhães Barreto (genro) encontrados num cofre que está guardado na Câmara, Edson Batista declarou que os documentos foram achados por pesquisadores requisitados pelo Legislativo, que atestaram a autenticidade da documentação. Além destes, foram encontradas plantas da Fazenda do Visconde, de 1958,
“Esses documentos, que estavam há 72 anos ocultos, serão restaurados, já que alguns deles estão bastante danificados, e depois digitalizados, à disposição dos pesquisadores, historiadores e estudiosos interessados na história de Campos. A descoberta dos documentos é de suma importância para nossa história, em virtude de ser Benta Pereira e seus familiares personagens mais do que ilustres na construção de nosso processo histórico”, afirmou.
O chefe do Poder Legislativo afirmou ainda que a documentação, exceto as plantas, é constituída por documentos que foram apenas parcialmente utilizados e que irão nos permitir uma análise mais aprofundada da história da vida de Benta e familiares.
“Durante muitos anos, as informações foram amplamente buscadas por historiadores, o que fez com que muitos trabalhos se realizassem sem as informações que constam em tais registros. A descoberta deles nos permitirá ampliar as análises e trazendo à tona fatos e informações até então desconhecidos da história e, principalmente, garantir a conservação e perpetuação dos mesmos para as gerações futuras, de modo a garantir que ninguém nunca se esqueça da importância desses personagens para a história de Campos dos Goytacazes”, concluiu Edson Batista.

Fonte: Campos 24 horas

terça-feira, 1 de setembro de 2015

O que não é a família, senão, o mais "SUBLIME" dos governos?

Nós gastamos muita energia falando em vencer as eleições, mas muito pouco tempo falando sobre como elas são ganhas.
Precisamos fortalecer nossas casas e famílias, precisamos reverenciar a Deus, viver os mandamentos e ensiná-los em nossas casas e igrejas.

Comentário de Camila Höchmuller Abadie:
O texto abaixo é de Kimberly Fletcher e foi traduzido por minha amiga Laura Mac-Knight Kristoff. Trata-se de uma resposta ao questionamento feito por um dos mais conhecidos radialistas norte-americanos sobre onde estavam os protestos contra a recente decisão da Suprema Corte de aceitar a união civil de pessoas do mesmo sexo. Como fazemos parte do mesmo front, embora em continentes distintos, acredito que o texto é extremamente oportuno, em especial às minhas alunas e ex-alunas do curso "De volta ao lar". A versão original foi publicada no The Blaze.

Caro Rush: está na hora de nós recuperarmos nossos filhos e nossas famílias
Kimberly Fletcher
Rush Limbaugh fez uma pergunta muito interessante em seu programa de rádio no dia 2 de julho. Curioso sobre a falta de protestos públicos em relação às decisões da Suprema Corte, ele perguntou a seus ouvintes:
“Vocês não estão surpresos com a total falta de qualquer protesto público? Qual é a sua reação diante da  aparente aceitação pública de todas estas mudanças em nossa cultura e sociedade da noite para o dia?”

Como alguém que tem estado muito envolvida na preservação da nossa cultura tradicional ao longo dos últimos 30 anos, tenho algumas dicas que posso oferecer, como mãe. Eu trabalho com outras mães e posso garantir-vos que não é aceitação o que eles estão sentindo. Elas não têm esperança e estão desesperadamente buscando direção e se perguntando o que eles podem possivelmente fazer sobre isso. É tudo menos "aceitação".

Os líderes religiosos se opõem a isso, as famílias estão chocadas. Então, onde está o clamor público? Onde estão os protestos, marchas, telefonemas e e-mails para o Congresso?

A resposta é simples - nós já fizemos todas essas coisas e chegamos a algum resultado?
Há um ataque gigantesco acontecendo em nosso país, e estamos começando a ter uma noção do quão longe e fundo ele pode ir. Um milhão de nós marcharam em Washington, DC para que o Congresso nos ouvisse.

Mas os nossos gritos não foram ouvidos e o presidente disse que nem sabia que estávamos lá. Nós confiamos no Supremo Tribunal e eles desconsideraram a Constituição. Nós depositamos a nossa esperança na eleição presidencial e ficamos chocados com o resultado. Então criamos organizações, usando o nosso próprio dinheiro suado para lutar contra a opressão, e nos tornamos o alvo do IRS porque temos "liberdade" em nosso nome.

A reação que você está vendo diante da decisão do Tribunal sobre o "casamento" do mesmo sexo não é aceitação; é uma profunda tristeza e um sentimento de perda.

Para onde é que vamos recorrer? Quem vai defender nossa causa? Nós elegemos pessoas que dizem que vão lutar pela liberdade e proteger os nossos direitos, mas eles nos abandonam tão logo assumem seus cargos.

Estão roubando os corações de nossos filhos e eles vêm fazendo isso  pacientemente por uns 100 anos.

A situação está bastante sombria para a América. Mas eu quero oferecer um raio de esperança, porque eu sei a resposta.

Rush Limbaugh disse que temos de fazer mais do que ganhar as eleições se queremos restaurar os ideais fundadores deste país, e eu concordo plenamente com ele. Nós gastamos muita energia falando em vencer as eleições, mas muito pouco tempo falando sobre como elas são ganhas.

Eu venho estudando os inimigos da liberdade e da virtude por um longo tempo. Eles vêm em todos os tamanhos, cores, religiões, status e partidos políticos. Eles são muito bons no que fazem. São unidos, organizados, implacáveis - e muito pacientes. Eles apelam para as emoções e passam sua agenda para a posteridade como uma espécie de herança. Eles são tudo o que nós não somos.

Nós lidamos com fatos e não conseguimos entender por que as pessoas não conseguem entender isso. Somos indivíduos que agem individualmente com freqüência, e temos muito pouca paciência. Nós apenas queremos que o governo nos deixe em paz, para que possamos voltar às nossas vidas. Mas o governo  nos deixou em paz durante décadas, enquanto os destruidores da liberdade executaram sua destruição silenciosa nos bastidores, lentamente desmantelando tudo que nos é caro.

Se queremos vencer essa luta, se queremos saber como restaurar a virtude e assegurar a liberdade, então temos de olhar para o que os destruidores da liberdade estão fazendo para acabar com isso. Onde é que eles concentram a sua energia ?

Eles distorceram nossa história, difamaram nossos Pais Fundadores e removeram de nossas escolas as histórias que promovem valores morais e incutem patriotismo. Eles fizeram todos os esforços para desencorajar as mulheres, desvalorizar a maternidade e menosprezar o papel da dona de casa. Eles atacam a Deus, aos 10 Mandamentos, a Bíblia e a religião. Eles redefiniram a família, fizeram com que a figura paterna fosse substituída pelo governo, e fizeram o casamento perder o sentido.

É assim que eles estão vencendo. Eles vêm paciente e sistematicamente roubando os corações de nossos filhos, e eles vêm fazendo isso durante os últimos 100 anos.

Para virarmos o jogo, precisamos fazer exatamente o oposto. Precisamos fortalecer nossas casas e famílias, precisamos reverenciar a Deus, viver os mandamentos e ensiná-los em nossas casas e igrejas. Precisamos ler sobre nossa História e sobre nosso patrimônio com nossos filhos e nutrir a liberdade e a virtude em seus corações.

Precisamos honrar o papel divino da mãe e reposicionar a dona-de-casa no lugar respeitado que ela tinha outrora na sociedade. Precisamos fazer com que a Bíblia seja uma parte diária de nossas vidas e lê-la juntos como uma família. Precisamos honrar nossos votos matrimoniais, enaltecê-los, fazê-los funcionar, e colocar as nossas famílias em primeiro lugar em nossas vidas.

Sim, estes princípios são simples, tão simples que têm sido negligenciados por décadas. Mas eles são a resposta. Se não fossem, os Destruidores da Liberdade não estariam investindo tanto tempo e dinheiro para acabar com eles.
Frederik Douglass disse: “It is easier to build strong children than to repair broken men.” (“É mais fácil construir crianças fortes do que consertar homens quebrados” – tradução livre).

Podemos não ser capazes de corrigir os homens quebrados do governo, mas certamente podemos treinar a próxima geração de líderes, professores, mídia e os eleitores em nossas próprias casas, hoje. Como mãe, eu acredito que é a maior contribuição que podemos dar para assegurar as bênçãos da liberdade para nós mesmos e nossa posteridade.

Sendo assim, a resposta à pergunta do Rush é: Não, não estamos aceitando. Nós não estamos recuando. Nós apenas estamos redirecionando. Estamos concentrando nossos esforços onde é mais importante, onde temos a maior influência sobre a nossa nação: em nosso lar e família. Porque nós sabemos que quando nós começamos lá, tudo vai dar certo e se nós não mantemos nossos esforços lá, nada mais importa.
Kimberly Fletcher é autora de WOMEN: America’s Last Best Hope (MULHERES: Última Maior Esperança da América – tradução livre) e presidente da HomeMakers for America Inc. (Sociedade das Donas de Casa da América – tradução livre).  As opiniões contidas neste artigo são da exclusiva responsabilidade da autora e não representativas da HomeMakers for America Inc.

Publicado no blog Encontrando Alegria.

sábado, 29 de agosto de 2015

Vereador Desinformado;"Piso Salarial"é Diferente de dissídio coletivo - Dissídio - do Latim = dissidência, dissenção, discórdia e desinteligência não é de se estranhar neste governo!!!

Professores lutam por novo aumento em SFI


Professores de São Francisco de Itabapoana querem receber o valor retroativo ao piso nacional dos docentes, aprovado pela Câmara dos Vereadores do município, em março deste ano, mas que, segundo eles, só teria começado a ser pago em junho. Eles também se consideram excluídos por não terem recebido o aumento salarial de 4%, concedido a todas as outras categorias, em um projeto, apresentado pelo prefeito Pedrinho Cherene (PSC), aprovado na última terça-feira (25) pela Câmara dos Vereadores. Através da assessoria, a Prefeitura informou que não há retroativo a ser pago e que “não procede a informação de que o reajuste só entrou em vigor no mês de junho”.
Há três anos trabalhando como professora no município, Lilian Ricardo Gomes acredita que “é uma inconstitucionalidade o professor não receber o aumento”. Segundo ela, a profissão, além de não ser mais valorizada pela sociedade como antigamente, também é “deixada de lado” pelos poderes públicos.
O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de SFI (SSEPSFI), Cirábio Ramos, informou que o órgão chegou a participar de duas reuniões com representantes do executivo municipal, onde a proposta oferecida foi de reajuste de 9%, incluindo todas as categorias. Segundo ele, os representantes chegaram a oferecer 5%, mas o valor aprovado foi de 4%. Ele diz que “muitos professores ficaram contrariados e revoltados e uma reunião com a categoria será marcada para o início de setembro, para analisarem a possibilidade de o sindicato entrar na justiça contra a exclusão dos professores do aumento”.
Vereador e líder do Governo na Câmara, Marcelo Garcia (PSDB), informou que os professores do município foram contemplados com o reajuste de 13,01%, através da lei do piso nacional dos professores, aprovada em março, que previa também, por meio do artigo 4º, “que quem recebesse esse benefício, estaria fora de outros aumentos”, por isso os docentes do município não receberam o aumento de 4%. Ele ressalta que SFI, mesmo tendo receita reduzida, garante o pagamento do piso nacional aos professores.
A Prefeitura de SFI emitiu nota na qual informa “que o índice de reajuste de 4 % concedido aos servidores públicos ficou dentro do limite permitido pela atual realidade financeira do município”. Em relação aos professores, a nota informa que “a categoria já havia sido contemplada com um reajuste de 13,1% concedido em março deste ano, através da lei 490/15, aprovada pela Câmara Municipal. Não procede a informação de que o reajuste só entrou em vigor no mês de junho. Os salários dos professores, atualizados, foram pagos a partir do mês de maio”.


Fonte: fmanha.com.br

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Economia de mal a pior: 115 mil postos de trabalho com carteira fechados no país.

O pior maio em 23 anos mostra situação da economia do país. Entre janeiro e maio, foram fechados mais de 240 mil postos.

carteira de Trabalho

O Brasil fechou 115.599 vagas formais de trabalho em maio, mostrou o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado pelo Ministério do Trabalho nesta sexta-feira. Trata-se do pior resultado para o mês desde o início da série histórica do indicador, em 1992. Além disso, é primeira vez em que há corte de vagas no quinto mês do ano. A mediana das expectativas de analistas consultados pela Reuters apontava para o fechamento de 38 mil postos no mês. Em abril, foram fechadas 97.827 vagas no país, segundo dados não ajustados.
Entre janeiro e maio, foram fechados 243.948 postos com carteira assinada, o pior resultado para este período da série histórica disponibilizada pelo Ministério do Trabalho, que começa, para o período acumulado do ano, em 2002. Em 12 meses, o país já fechou 452.835 vagas formais.
O resultado do último mês foi fundamentalmente impactado pelo fechamento de 60.989 postos na indústria de transformação. Também pesaram o desempenho da construção civil (-29.795), serviços (-32.602) e comércio (-19.351), sendo que dos oito segmentos levantados, apenas a agricultura mostrou saldo positivo (+28.362).
A pior no mercado de trabalho reflete o aumento da procura por emprego em uma ponta e a criação de menos postos em outra, engrossando a fila dos que seguem buscando ocupação.
Os dados foram apresentados em Mato Grosso do Sul pelo ministro do Trabalho, Manoel Dias, que justificou a escolha informando que o Estado foi o que mais gerou emprego no mês. Na avaliação de Dias, mesmo com o enfraquecimento em maio, o Brasil tem motivos para esperar uma melhora no quadro de geração de novas vagas a partir do segundo semestre
“Nos últimos 12 anos foram criados 21 milhões de postos de trabalho, porém é preciso ajustar a economia para que possamos continuar gerando vagas formais. Somente o FGTS vai aportar esse ano cerca de 70 bilhões de reais, que vai beneficiar, principalmente, o setor da construção civil”, informou, em nota.

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Fundo de Recuperação dos Municípos é aprovado pelo Senado.


Além de idealizar o projeto, o Secretário Anthony Garotinho fez articulações em Brasília

Garotinho com Renan Calheiros, Magno Malta e Rose Freitas

A cidade de Campos, a Região, o Estado do Rio, e demais estados produtores alcançaram nesta quinta-feira (28), no plenário do Senado, uma grande vitória com a aprovação do Fundo de Recuperação Econômica.
O Fundo é fruto de ideia apresentada pelo ex-governador Anthony Garotinho aos senadores Crivella e Rose de Freitas, alterando a resolução 43. O secretário de Governo Garotinho se dirigiu à Brasília na noite de quarta, para articular e acompanhar a aprovação do texto no Senado, ao lado da deputada federal Clarissa Garotinho.
A matéria foi aprovada assegurando a forma que resguarda os interesses de municípios e estados produtores.
O Fundo de Recuperação dos Municípios repõe receitas devido à queda dos royalties do petróleo.
Estimativas
Na justificação do projeto, os autores argumentam que, em fevereiro de 2015, a estimativa de perda média dos recursos dos municípios do Rio de Janeiro era de 37,24% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

Essas perdas, na avaliação do senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), não foram previstas por nenhum analista e representaram extraordinária queda de receitas de estados e municípios dependentes da produção de petróleo. O senador José Agripino (DEM-RN) advertiu, durante a votação na CAE, que esses estados e municípios entrarão em colapso se a proposta não for aprovada.
Problemas
Durante a votação na CAE, o senador José Pimentel (PT-CE) chegou a ler nota técnica do governo mostrando dois problemas da proposta: a controvérsia jurídica que envolve a partilha dos royalties e a volatilidade dos preços do petróleo, que não é passageira. Como o petróleo dificilmente voltará ao patamar de US$ 100 o barril, na avaliação do governo, esses municípios teriam dificuldade para pagar o que tomaram emprestado como antecipação de receitas.

Além disso, como observou o senador do PT, a ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia suspendeu, em caráter cautelar, dispositivos que preveem novas regras de distribuição dos royalties do petróleo contidas na Lei 12.734/2012. Se a decisão cautelar não for referendada pelo Plenário da Corte, valeriam as regras previstas na Lei 12.734/2012, ou seja, os royalties não pertenceriam apenas aos estados e municípios produtores, mas a todos os outros entes.
Endividamento
No relatório apresentado à CAE, Valadares observou que a proposição não introduz procedimentos inadequados aos mecanismos de controle do endividamento público previstos na Resolução 43/2001. O projeto, acrescentou, visa apenas dar tratamento excepcional e transitório à situação.

Emenda de Rose de Freitas afastou a preocupação manifestada por Fernando Bezerra Coelho de que a recomposição das receitas de royalties e participação especial mediante a contratação de operações de crédito transferirá o problema para o próximo governante. O texto aprovado, um substitutivo do relator com acolhimento da emenda de Rose de Freitas, deixa claro que as dívidas contratadas em 2015 e 2016 terão que ser obrigatoriamente pagas até o fim de 2016, no caso dos municípios, e até o fim de 2018, no caso dos estados.


Fonte: Campos 24 horas.


terça-feira, 26 de maio de 2015

Bacia de Campos: Petrobras põe à venda 6 blocos de petróleo.


A estatal espera obter mais de US$ 4 bilhões com o negócio

pré-sal - plataforma - petrobras

A Petrobras colocou à venda participações em seis blocos de petróleo, incluindo cinco áreas de pré-sal e uma de pós-sal nas bacias de Santos e Campos. A estatal espera obter mais de US$ 4 bilhões com o negócio. 
Essa operação faz parte de um pacote maior de alienação de patrimônio, que inclui distribuidoras de gás, termelétricas e postos de gasolina no exterior, conforme antecipou a Folha em março. 
A Petrobras também prepara a abertura de capital da BR Distribuidora e desistiu de vender um pedaço da empresa para um sócio estratégico, como chegou a ser cogitado. Procurada, a empresa não se pronunciou. 
Uma das partes mais importantes do pacote é a venda dos ativos de exploração e produção de petróleo. Sob coordenação do Bank of America Merrill Lynch, o processo acaba de começar. 
A estatal deixou disponível às empresas interessadas o acesso aos dados geológicos dos blocos (o chamado “data room”). A expectativa é que os negócios sejam fechados este ano, mas só estejam concluídos no próximo. 
Só foram convidadas para o processo as maiores petroleiras do mundo, incluindo Exxon, Shell, Statoil, entre outras. Isso ocorreu por causa do grande porte dos ativos. 
Dos blocos que estão sendo oferecidos, apenas um é de pós-sal: Tartaruga Verde, na bacia de Campos. O bloco é relativamente pequeno, com reservas de 451 milhões de barris equivalentes, mas deve entrar em operação em 2017 e já foi até encomendada uma plataforma. 
PRÉ-SAL 
Os demais cinco blocos estão no pré-sal. Na bacia de Campos, está sendo oferecida a fatia de 30% que a estatal possui no bloco Pão de Açúcar (que também inclui as descobertas Gávea e Seat). 
Já na bacia de Santos, a Petrobras colocou à venda parte do que possui nos campos de Júpiter, Carcará e Sagitário. Há ainda um quarto bloco previsto nessa bacia. 
A estatal possui entre 60% e 80% de participação em Júpiter, Carcará e Sagitário, mas quer vender de 20% a 30%, mantendo-se como operadora. Está fora de cogitação vender o “coração do pré-sal”, como os mega campos de Lula e Sapinhoá. 
A venda de uma fatia em Carcará ainda gera dúvida. Os dados do bloco estão no “data room”, mas pessoas próximas ao negócio dizem que a estatal pode desistir. 
Esses blocos são gigantes com mais de 1 bilhão de barris de óleo equivalente cada, mas em fase de exploração e desenvolvimento, o que significa que necessitam de pesados investimentos. A produção só começa em 2020. 
A lógica da estatal foi não abrir mão de receita imediata e, ao mesmo tempo, reduzir risco e investimentos. Para os analistas, a estratégia é acertada, já que a empresa está muito endividada. 
A venda de ativos do pré-sal gera resistências no partido do governo, o PT. Mas a fatia da qual a empresa quer se desfazer é pequena diante de suas reservas no cinturão, que chegam a 20 bilhões de barris de óleo equivalente.



Fonte: Campos 24 Horas

terça-feira, 12 de maio de 2015

Uenf: bolsistas bloqueiam entrada da universidade

Há três meses sem receber bolsas, estudantes protestam


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O atraso no pagamento das bolsas, que já foi alvo de vários protestos na Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), levou alunos a mais um ato na manhã desta terça-feira(12). Eles fecharam os portões da universidade. A paralisação teve início nesta segunda-feira (11)  e se estenderá até sexta-feira. São cerca de 1.300 alunos que recebem R$ 300,00 por mês.
O atraso no pagamento das bolsas, segundo os alunos, se arrasta desde o início do ano. O último mês que receberam foi o de fevereiro.
Segundo o diretor do Diretório de Estudantes (DCE), Bráulio Fontes, a paralisação tem a finalidade de pressionar o governo do Estado.
“A Reitoria da UENF informa à comunidade acadêmica que encontram-se em dia os pagamentos de todos os bolsistas do Auxílio Cotas, cujos recursos são oriundos da própria Universidade, beneficiando 1.187 estudantes incluídos nos programas de Combate à Pobreza dos governos federal e estadual.
Nota da a assessoria de comunicação da Uenf
Assim como também estão em dia os pagamentos dos alunos dos programas Cota 100 Faperj, totalizando 60 bolsas de Doutorado e 40 bolsas de Mestrado; Capes, com 206 bolsas de Doutorado e 175 de Mestrado; 169 bolsas do PIBIC/CNPq e as bolsas de pós-graduação financiadas pelo CNPq.
Informa também que já conseguiu a liberação dos recursos descentralizados Faperj e já emitiu a Programação de Desembolso (PD) dos meses de fevereiro e março das bolsas que atendem aos alunos de Doutorado (95), Mestrado (55), Residência Médica Veterinária (18), Apoio Acadêmico, Apoio ao Ensino, Estagiário 2º Grau, Estagiário Nível Superior, Extensão, Iniciação Científica e Tecnológica, Monitoria, totalizando 596 alunos; e dos Professores Pesquisadores de Apoio Ensino, Professor Visitante, Universidade Aberta, Pré-Vest, Teorema e Multiplicadores, totalizando 285 beneficiados. A Reitoria informa, ainda, que aguarda a execução das referidas PDs pela Secretaria de Estado de Fazenda para breve.
Mesmo diante da crise financeira em que o estado do Rio de Janeiro se encontra, consideramos que os processos de pagamentos de fornecedores de materiais, de serviços e mesmo algumas modalidades de bolsas estão próximas da regularização e que a Reitoria da UENF continuará fazendo ações para que todos os pagamentos sejam normalizados o mais breve possível”.

Fonte: Campos 24 horas.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

O investimento de 10% do PIB em educação pode não surtir o efeito desejado, caso o ensino brasileiro não se liberte da doutrinação que o assola, como defende a ONG Escola Sem Partido, que realiza o primeiro congresso a tratar do tema.

Caso a educação pudesse ser feita apenas com dinheiro, sem dúvida, o Brasil teria um ensino de Primeiro Mundo. Com a promulgação pela presidente Dilma Rousseff do Plano Nacional de Educação (Lei Federal 13.005), em 25 de junho último, o Brasil terá de aplicar 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação, o que significa uma soma anual de R$ 484 bilhões, considerando o PIB de 2013, segundo o IBGE. Hoje, o País investe 5,8% do PIB em educação e, a partir do quinto ano de vigência do plano, isto é, em 2019, esse investimento terá de ser de 7%, alcançando os 10% no final da vigência do plano, em 2024.

Com os 5,8% que já investe na educação, o Brasil desponta como um dos países que mais investem no setor. Segundo reportagem da “Folha de S. Paulo”, publicada em 5 de junho, “entre os países com maior peso na renda mundial, reunidos no G-20, os desembolsos com a educação variam de 2,8%, na Indonésia, a 6,3% do PIB no Reino Unido, de acordo com a ONU”. Ou seja, o Brasil já está próximo do topo do investimento e, com os 10% do PIB para a educação, tende a se isolar na liderança entre as grandes economias, ficando atrás apenas de nações diminutas, como Lesoto, que lidera investindo 13% do PIB, ou de Cuba, cujas estatísticas sociais – jamais fiscalizadas a sério pela ONU – são tão confiáveis quanto uma nota de 3 reais.
O comprometimento desse porcentual do PIB no ensino foi a grande bandeira da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, liderada pelo ex-líder estudantil Daniel Cara, com uma vasta rede de apoiadores nacionais e internacionais, que vão desde a ONG ActionAid, presente em mais de 40 países, até a Unesco e o Unicef, organismos da ONU para a educação, a cultura e a criança, passando pela Open Society do megainvestidor Georges Soros. Essa medida irá salvar a educação brasileira? A resposta é não. Nas condições em que se encontra o ensino no País, investir 10% do PIB em educação é quase jogar sal em carne podre. E uma das razões para se considerar esse gasto um desperdício e não um investimento é, sem dúvida, o viés ideológico da educação brasileira.
O próprio Plano Nacional de Educação é um sintoma da doutrinação que impera nas escolas do País, tanto públicas quanto privadas. A Campanha Nacional pelo Direito à Educação, que sustentou a luta pela aprovação do plano e dos 10% do PIB, é muito mais do que a face de Daniel Cara, fartamente entrevistado pela imprensa como líder do movimento. Seu comitê diretivo conta com 11 entidades, entre elas o Centro de Cultura Luiz Freire, um grupo de esquerda radical de Pernambuco, sediado em Olinda, que defende o controle social dos meios de comunicação, e até o indefectível MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), com 2 mil es­colas em seus assentamentos e a­campamentos, nas quais oferece uma educação à moda cubana, tendo Che Guevara como modelo.
Universidades viraram incubadoras de minorias
Hoje, muitos movimentos sociais não surgem espontaneamente – são fomentados ou até criados pelas universidades, que se tornaram verdadeiras incubadoras de minorias. Na maior parte dos casos, de forma culposa, em decorrência de uma pregação ideológica geral, mas, em alguns casos, de modo doloso, por meio da organização institucional desses movimentos, que contam até com financiamento público, geralmente com verbas destinadas à pesquisa e à extensão universitária.
É o caso, por exemplo, do Centro de Difu­são do Comunismo da Uni­ver­si­dade Federal de Ouro Preto (MG), um programa de extensão vin­culado ao Curso de Serviço Social da universidade, que oferecia bolsas de pesquisas para os alunos participantes de suas atividades de militância política contra o capitalismo.
Apesar de declarar que “não é um programa acadêmico com objetivos político-partidários”, o Centro de Difusão do Comunismo afirma que seu objetivo é “desenvolver o trabalho de ensino, pesquisa e extensão a partir da perspectiva da classe trabalhadora – do ser social que trabalha e é explorado – e lutar por uma sociedade para além do capital!”. O próprio nome não poderia ser mais expressivo: em vez de um “grupo de estudos” do marxismo, como muitos que pululam dentro das universidades pelo País afora, trata-se de um “centro de difusão” do comunismo, o que revela o seu papel de militância política e não de estudo apenas teórico.
Diante desse aparelhamento político da universidade, um advogado de São Luís do Maranhão, Pedro Leonel Pinto, entrou com uma ação popular contra o centro comunista e conseguiu que a Justiça Federal suspendesse o custeio de suas atividades por parte da Universidade Federal de Ouro Preto, que ficou impedida de fornecer professores e disponibilizar suas dependências para as atividades do centro. Todavia, a única medida que deve ter surtido efeito prático foi a suspensão do pagamento das bolsas de extensão para os ativistas do centro, pois a pregação comunista continuou dentro da própria universidade, a despeito da decisão da Justiça.
De 24 de abril a 10 de julho último, por exemplo, o Núcleo de Estudos Marxistas da Federal de Ouro Preto, vinculado ao CNPq, promoveu um encontro sobre a obra do marxista húngaro István Mészáros, realizado nas dependências do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da universidade. Nos cartazes de divulgação das palestras aparece a frase: “Em apoio ao Centro de Difusão do Comunis­mo”. No mês de maio, também nas dependências do instituto, foi realizado um “Encontro com os Traba­­lhadores”, envolvendo quatro sindicatos, promovido pelo Curso de Serviço Social em apoio ao Centro de Difusão do Comunismo. No cartaz de divulgação do evento, uma frase desafiadora: “Ação judicial nenhuma vai impedir nossa luta ao lado dos trabalhadores”.
Minorias com verbas milionárias
Não se trata de um caso isolado, mas de uma tendência. Pelo Brasil afora, núcleos de estudantes de pós-graduação ou graduandos com bolsa de iniciação científica engrossam as fileiras de movimentos como a Marcha das Vadias, a Marcha da Maconha, o Movimento Passe Livre e os black blocs, geralmente associando a militância política com as atividades discentes. O movimento gay, o movimento negro e o movimento feminista são os que mais se beneficiam da doutrinação ideológica que impera nos meios acadêmicos. Hoje, na área de humanidades, não faltam linhas de pesquisa destinadas aos estudos de raça e de gênero, que se tornaram até mais atraentes do que os estudos de classe das velhas gerações do marxismo ortodoxo, calcado no materialismo histórico-dialético.

O próprio movimento negro, que tem raízes numa luta justa contra o racismo, especialmente nos Estados Unidos, adquiriu contornos claramente artificiais, chegando a ser ele próprio segregacionista ao tratar o branco como inimigo e o mulato como um ser desprezível, que só é digno de respeito caso se assuma como negro. No excelente livro “Uma Gota de Sangue”, o geógrafo e sociólogo Demétrio Magnoli disseca a criação artificial de minorias pelo mundo afora, num levantamento à altura dos estudos do economista norte-americano Thomas Sowell, que, analisando as ações afirmativas de países como Estados Unidos, Índia, Ni­gé­ria, Sri Lanka e Malásia, de­monstra a ineficácia das políticas pú­blicas que visam a emancipar as mi­norias e, no mais das vezes, acabam produzindo injustiças e conflitos.

E o que é mais grave: muitas dessas minorias só tomam consciência de si, criando uma história que nunca tiveram, por meio do discurso ideológico produzido nas universidades e fomentado com recursos de poderosas fundações privadas, como a Fundação Ford. De­métrio Magnoli descreve esse fenômeno: “Diferentemente das nações, que emanam de um processo complexo de fabricação de uma história, uma literatura e uma geografia, as ‘minorias’ da globalização emergem apenas de uma postulação étnica superficial. Nações podem até ser interpretadas como imposturas, mas são imposturas nas quais o povo acredita. As ‘minorias’, em contraste, são imposturas nas quais nem mesmo os impostores acreditam”.
Para Demétrio Magnoli, as elites multiculturalistas que formam essas minorias artificiais “não precisam de apoio popular, pois a sua legitimidade se conquista nos salões suntuosos das instituições internacionais”. O autor mostra que só a Fundação Ford destinou 280 milhões de dólares, em 2001, para criar programas de pós-graduação voltados para a formação de “lideranças emergentes de comunidades marginalizadas fora dos EUA”. Segundo outras fontes, de 1962 a 2001, a Fundação Ford investiu só no Brasil 347 milhões de dólares, em valores corrigidos pela inflação. Magnoli afirma que “as subvenções da Fundação replicaram nas universidades brasileiras os modelos de estudos étnicos e de ‘relações raciais’ aplicados nos EUA e consolidaram uma rede de organizações racialistas que começaram a produzir os discursos e demandas dos similares norte-americanos”.
Atentado à dignidade humana
Ora, se até o histórico movimento negro já está perdendo suas raízes legítimas e se tornando um engenho ideológico da academia, o que dizer de movimentos sem qualquer lastro histórico, como a Marcha das Vadias? Tanto no Canadá, onde teve origem, quanto no Brasil, que imita tudo, essa marcha é pura consequência dos estudos de gênero que se disseminaram pelas universidades de todo o mundo. Vá lá que, em metrópoles como São Paulo ou Nova York, onde existem tribos para todos os gostos, esse tipo de marcha pudesse surgir espontaneamente (e nem isso ocorre). Mas o que dizer da modesta cidade de Jataí, no interior de Goiás, com seus 93.759 habitantes? Lá, a “Marcha das Vadias” só existe porque conta com o apoio do Campus UFG, por meio de um grupo de extensão sobre gênero, direitos e violência.
O extremismo ideológico que grassa nas universidades pode chegar ao ponto de destruir a própria dignidade humana, equiparando-se aos experimentos de Joseph Men­gele no ápice do terror nazista. Em 29 de maio último, os alunos do curso de Produção Cultural da Universidade Federal Fluminense, como parte da disciplina chamada “Corpo e Resistência”, promoveram no Campus de Rio das Ostras o evento “Xereca Satânica”, em que, a pretexto de denunciar o alto índice de estupro, uma mulher teve a vagina costurada no meio da festa. Depois que o evento foi denunciado na grande imprensa, a Polícia Federal chegou a abrir inquérito para apurar responsabilidades, mas provavelmente a investigação não dará em nada, esbarrando na apregoada liberdade estética de seus promotores.
Mais espantoso do que o próprio evento foi a defesa que se tentou fazer dele. O coordenador do curso de Produção Cultural da Universidade Federal Fluminense, Daniel Caetano, graduado em Cinema e doutor em Literatura, Cultura e Contemporaneidade, explicou que a mulher que teve a vagina costurada integra um coletivo de Minas Gerais que foi ao Rio especialmente para participar do evento. E acrescentou: “É um coletivo que está habituado a fazer performances como a que aconteceu, feitas para chocar a sensibilidade das pessoas e fazê-las pensar sobre seus próprios limites”. Ora, se é para testar limites, que se acabe com a tal Comissão da Verdade e se contratem torturadores da ditadura para fazer performances nas universidades.
Daniel Caetano foi ainda mais longe, afirmando taxativamente: “Embora não tenham sido feitos ‘rituais satânicos’ e o título do evento fosse essencialmente provocativo (ao contrário do que o jornalismo marrom afirmou), precisamos dizer que não haverá de nossa parte qualquer censura a atos do gênero”. E desafiou: “Qualquer pessoa em cargo público que porventura se posicionar contra a performance será por nós inquirida acerca de suas atitudes prévias contra os estupros em Rio das Ostras”. Engraçado é que essa gente, quando se trata de combater criminosos armados, sempre fica contra a polícia, alegando que violência não se combate com violência. Mas na universidade ensina a combater o estupro estuprando – o corpo, a inteligência e a dignidade humana.
Efeitos negativos na educação básica
Mas engana-se quem pensa que essa ideologia destrutiva fica restrita às universidades e afeta apenas a qualidade do ensino superior. Ela tem graves consequências na sociedade, especialmente em áreas como saúde e educação. Esse tipo de ativista, até por integrar coletivos ideológicos, participando de amplas redes de relacionamento acadêmico, acaba fazendo especialização, mestrado, doutorado e se tornando autoridade pedagógica, indo pontificar na educação básica sobre gênero, minorias, exclusão. Em que outro lugar um especialista em costurar vagina e teorizar sobre isso arranjaria trabalho? Só mesmo nas Secretarias de Educação, onde poderá pontificar sobre teoria de gênero e “heteronormatividade burguesa”, coordenando a distribuição de camisinhas e kit gay.
Agora pensem quantas camisinhas não dá para distribuir nas escolas com 10% do PIB para gastar? É por isso que, antes de se investir essa fabulosa soma de recursos na educação, seria preciso combater a doutrinação nas escolas. É evidente que o conhecimento não é absolutamente neutro e o professor ou o autor de um livro, na relação com seus alunos e leitores, fatalmente há de misturar alguma crença pessoal em meio aos fatos que leciona. Mas justamente por reconhecer essas limitações humanas, é que a ciência sempre se esforçou para criar métodos que afastassem ao máximo a inevitável subjetividade do indivíduo – e a educação, que serve à ciência e dela se serve, tam­bém esposou esse mesmo prin­cípio, inculcando no mestre a necessidade de cultivar a imparcialidade.
Mas, hoje, ocorre o contrário: ancorando-se em pensadores como o pedagogo Paulo Freire e o filósofo Michel Foucault, o ensino se tornou um instrumento das mais diversas lutas políticas, transformando as escolas num feirão de experimentos de gueto, em que cada minoria julga-se no direito de ter o seu português, a sua matemática, a sua história, a sua geografia, a sua literatura, dilapidando o patrimônio comum que tornou possível o surgimento das grandes civilizações ao longo da história.
Seminário contra a doutrinação
Felizmente, já surgem reações a essa destrutiva politização do ensino. Exemplo disso é a ONG Escola Sem Partido, fundada e coordenada pelo jurista Miguel Nagib, à frente de um grupo de pais e alunos que lutam contra a doutrinação nas escolas. Além do blog que leva seu nome e acumula dezenas de estudos de caso de doutrinação, a ONG realizará na próxima quinta-feira, 24, em Brasília, o I Congresso Nacional so­bre Doutrinação Política e Ideológica nas Escolas, em parceria com a Federação Nacional das Escolas Particulares. O evento será sediado no Colégio Ciman, em Brasília, e terá transmissão ao vivo pela internet, no site da Fenep. O filósofo Olavo de Car­valho será um dos palestrantes, por videoconferência, diretamente dos Estados Unidos, onde reside.

Um fato que chama a atenção no seminário é a presença de professores universitários com doutorado, numa prova de que a fortaleza ideológica da esquerda no ensino superior não é inexpugnável. Luís Lopes Diniz Filho é doutor em Geografia pela USP, professor do Depar­tamento de Geografia da UFPR e autor dos livros “Funda­mentos Epistemoló­gicos da Geografia” (2009) e “Por uma Crítica da Geografia Crítica” (2013). Bráulio Porto de Matos é professor da Faculdade de Edu­cação de Brasília, mestre e doutor em sociologia pela UnB e pós-doutor pela University of Sussex, além de autor de “Pedagogic Authority and Girard’s Analysis of Human Vio­lence” e co-autor de “A Pós-Gra­du­ação no Brasil – Formação e Tra­ba­lho de Mestres e Doutores no País”.
O medievalista Ricardo da Costa é professor do Depar­ta­mento de Teoria da Arte e Música da Uni­ver­sidade Federal do Es­pí­rito e doutor pelo Institut Su­perior d’Investigació Coope­ra­tiva Ivitra. Trajano Sousa de Melo é promotor de Justiça do Minis­tério Público do Distrito Federal e Territórios. Ana Caroline Cam­pagnolo é mestranda em História na Universidade do Estado de Santa Catarina e foi professora de História na rede de ensino pública e privada de seu Estado. Miguel Nagib é advogado e o idealizador de tudo isso. Este que vos escreve completa o quadro de palestrantes. E levo comigo Durkheim, que profeticamente alertava: “De que serviria uma educação que levasse à morte a sociedade que a praticasse?”.


Publicado no Jornal Opção.

José Maria e Silva é sociólogo e jornalista.