quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Um manifesto assinado por expoentes da assim chamada ”intelectualidade brasileira”, como Fábio Konder Comparato, Marilena Chauí, Cândido Mendes, Celso Amorim, João Pedro Stédile, Leonardo Boff e Maria da Conceição Tavares (e haja fôlego!), denuncia a Operação Lava Jato como tentativa de destruição da Petrobras, de seus fornecedores e de mudança do modelo que rege a exploração de petróleo no Brasil.
Vejam bem, segundo estes senhores, a destruição da Petrobras vem da apuração dos crimes feitos pela Justiça e pela Polícia Federal; não provém dos próprios crimes praticados pela máfia petista encastelada na máquina pública.
Conspiração

O texto do dito manifesto aponta ainda uma “conspiração” para desestabilizar o governo; as investigações, segundo esses “expoentes intelectuais”, atropelam o Estado de Direito.

Chamo de novo a atenção: não são os crimes cometidos pela máquina corrupta do Partido dos Trabalhadores para consumar seu projeto de poder anti-democrático – e reduzidos por estes luminares a simples “malfeitos” – os que abalam o Estado de Direito; o que abala o Estado de Direito é a ação da Polícia e da Justiça, transformada numa “conspiração para desestabilizar o governo”.
Para finalizar e acentuar a má-fé que perpassa o texto, o manifesto conclui por afirmar que “o Brasil viveu, em 1964, uma experiência da mesma natureza”, a qual nos custou “um longo período de trevas e de arbítrio”. Qual o fundamento para esta aproximação arbitrária e gratuita?
Subversão das ideias, distorção dos fatos

Consolida-se hoje, de Norte a Sul do Brasil, um sentimento de aversão e repulsa em face da imensa máquina de corrupção instalada pelo PT (e associados) na Petrobrás, em diversas outras instâncias dos negócios do Estado e nas instituições, com a finalidade de consumar um projeto de poder totalitário. É bom e louvável que assim seja.

Mas é preciso atentar para um aspecto talvez mais perigoso do que a corrupção material! Uma corrupção intelectual na tentativa de inverter a realidade dos fatos, de destruir a objetividade das análises e de subverter a reta razão dos indivíduos. Não se esqueçam, é este tipo de “intelectualidade” e de “lógica” perversa que constitui o esteio de regimes tirânicos e genocidas, como o da Alemanha de Hitler, o da União Soviética de Lênin e Stalin, o da China de Mao, o do Camboja de Pol-Pot, entre tantos outros.
Manifesto que exala agonia

Convido os leitores do Radar da Mídia a lerem trechos do artigo “Que agonia”, que Vinícius Mota publica na Folha de S. Paulo (23.fev.2015):

“Ao final da longa purgação que apenas se inicia, a Petrobras e todo o complexo político-empresarial ao seu redor terão sido desidratados. Do devaneio fáustico vivido nos últimos dez anos restará um vulto apequenado, para o bem da democracia brasileira.
As viúvas do sonho grande estão por toda parte. Um punhado de militantes e intelectuais fanáticos por estatais monopolistas acaba de publicar um manifesto que exala agonia.
O léxico já denota a filiação dos autores. A roubalheira na Petrobras são apenas "malfeitos". O texto nem bem começa e alerta para a "soberania" ameaçada, mais à frente sabe-se que por "interesses geopolíticos dominantes", mancomunados, claro, com "certa mídia", em busca de seus objetivos "antinacionais".
Que agenda depuradora essa turma teria condição de implantar se controlasse a máquina repressiva do Estado. Conspiradores antipatrióticos poderiam ser encarcerados, seus veículos de comunicação, asfixiados, e suas empresas, estatizadas para abrigar a companheirada. (...)
Quanto maior é o peso de empresas estatais na economia, mais amplos são os meios para o autoritarismo. Imagine se o governo ainda tivesse em mãos a Vale, a Embraer e as telefônicas para fazer política. Quais seriam os valores da corrupção, se é que sobrariam instituições independentes o bastante para apurá-los?”

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Carnaval sem Máscara!!!


A estratégia, agora, é apresentar o PT que vemos como deturpação do PT de outrora, honrado defensor dos mais elevados valores morais.
Que papo mais furado (desculpem a vulgaridade da expressão)! Trata-se de pura mistificação, para transmitir a ideia de que esse partido, no convívio de 35 anos com os demais alinhamentos políticos, descuidou-se e absorveu os maus exemplos que estes lhe transmitiram. Quem comprar a tese, fica convencido de que o PT, ao contrário das outras siglas, teve um passado límpido, com cheirinho de talco Johnson para bebês, podendo voltar às suas boas raízes, como novo filho pródigo. Os outros estão eternamente condenados. A salvação para o Brasil, portanto, só poderia vir de um PT repaginado, saído do Photoshop. Dá-me forças para viver!
Mais uma vez, erro e falsidade. O PT sempre foi assim, como venho registrando desde 1988, quando comecei a escrever para as páginas grandes do velho Correio do Povo. Desde o início, o partido foi movido por um projeto de poder inspirado nas piores e mais fracassadas teses políticas que a humanidade experimentou no século passado. Na origem de suas concepções e condutas está, também, a essência da perversão política: a regra de que os fins justificam os meios. Muitos de seus principais dirigentes, antes mesmo de o partido existir, sequestravam aviões, exigiam resgate, recebiam recursos de potências comunistas, viveram décadas às custas do produto de assaltos que praticaram em dezenas de empresas, joalherias e em mais de uma centena de agências bancárias.
Mesmo antes de o PT existir, esses mesmos dirigentes estavam comprometidos com uma visão perversa de Estado. Eram contra a democracia representativa, adversários da economia de mercado, organizavam movimentos fora da lei, que afrontavam a Justiça, a ordem pública e o direito de propriedade. Levaram à Constituinte de 1988 teses com o confessado e documentado objetivo de implantar no Brasil um Estado socialista com enorme ingerência nas atividades econômicas e na vida privada.
Em nenhum momento de sua história, seja como partido oposicionista dedicado a assassinar reputações, seja como condutor do governo, o Partido dos Trabalhadores mostrou qualquer apreço pelas nações democráticas, pelas economias livres, pelos países que prosperaram sob sólidas instituições liberais. Todo o apreço do PT fluiu, sempre, para regimes totalitários, arautos do atraso e do subdesenvolvimento. Durante o regime militar, os que deixavam o país buscavam refúgio no Chile comunista de Allende, na Argélia de Boumédiènne, em Cuba de Fidel, e atrás da Cortina de Ferro. Mantiveram e mantêm estreitas relações com os movimentos de guerrilha e terrorismo comunista da América Latina, os quais foram convocados por Lula e Fidel para integrar o Foro de São Paulo. No poder, a atração pelas más companhias se voltou, também, para os piores líderes africanos, corruptos, ditadores e genocidas. Faz e distribui sorrisos a governos fundamentalistas islâmicos e jamais repreendeu um terrorista sequer.
A corrupção que arrasou a Petrobras e fez jorrar dinheiro do Tesouro aos amigos do rei e da rainha através do BNDES reproduz, em escala bilionária, o que acontecia em muitas das primeiras prefeituras do partido nos negócios com coleta de lixo.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Como compreender a eleição de Eduardo Cunha para a presidência da Câmara dos Deputados, contra a vontade do PT e da presidente Dilma Rousseff? Para responder a essa pergunta é preciso, antes, analisar os resultados das últimas eleições. Em artigos sobre o tema eu avaliei que o PT, não obstante ter vencido a eleição para a Presidência da República, tinha amargado uma sonora derrota parlamentar. A eleição consagradora de Eduardo Cunha foi apenas a consequência lógica dessa derrota sonora nas urnas.

É bom que se diga que a posição do PSDB e seus aliados em torno do nome alternativo de Júlio Delgado foi uma jogada tática que deu conforto aos seus líderes. Para Eduardo Cunha, o relevante era não haver segundo turno, pois não precisava para isso dos votos das oposições em si, mas apenas que ela não somasse com o adversário petista, dando alento à sua candidatura. O PSDB não aderiu, mas deu apoio tático. O resultado foi desastroso para o Palácio do Planalto.

Está cada vez mais claro que o projeto revolucionário do PT encontrou agora uma reação sólida, ao menos no nível parlamentar. A pauta do Congresso Nacional será oposicionista sem ser destrutiva. O que for do interesse geral da nação será acolhido; o que for inovação revolucionária do PT será recusado.

A derrota se tornou ainda maior porque o desdobramento da Operação Lava Jato pode levar a um eventual pedido de impeachment da presidente Dilma e é na Câmara dos Deputados que o processo de inicia. Se, junto com provas jurídica, houver um clamor popular, a cassação eventual de Dilma Rousseff sai do reino das possibilidades e cai na concretude política. Bom lembrar que a cassação de Dilma Rousseff daria um grande poder ao PMDB, partido de Eduardo Cunha, pois o vice-presidente da República é do seu partido. O colo de Michel Temer está preparado para receber a faixa presidencial.
 

Em volta de tudo temos o desenrolar da crise econômica, que pode agravar o quadro político. A inflação está se acelerando e a produção, caindo. O desemprego ameaça. A perda de renda da população é visível. Esse quadro favorece a rejeição mais acentuada da presidente Dilma Rousseff.

Eu tenho escrito nas redes sociais que a única alternativa para o PT se manter no poder é fazer um ato de força. Mas ele não a tem, sobretudo porque o PT, alavancando a ideologia alucinada na tal Comissão de Verdade contra os militares, colocou as Forças Armadas contra si. Desse modo, um golpe de força ficaria fora de cogitação.

Estamos assistindo à derrocada paulatina do projeto do PT. Ela se concretiza em várias frentes, desde a nomeação de um ministro da Fazenda “neoliberal” até a derrota na eleição da mesa da Câmara dos Deputados. O PT também tem colhido dissabores no plano internacional e seus aliados mais próximos, como Venezuela, Rússia e Irã não parecem ter grande valia para estancar a perda da credibilidade internacional.

O ano de 2015 será crucial. A derrocada do PT pode se acelerar, inclusive pela notória incompetência de Dilma Rousseff para conduzir o processo. Ela não sabe bem o que fazer no cargo que ocupa. O fim está próximo? Quem viver verá.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

O PT tem os aliados que merece?, por Percival Maricato

Trata-se de uma questão de alta indagação, essa do título. No país temos uns poucos partidos ideológicos, PT e PSDB à frente,  o DEM, que nos últimos anos deixou de ser predominantemente fisiológico e assumiu postura mais conservadora, alguns partidos menores de esquerda. Não se pode chamar de partidos grupos que defendem igrejas, ruralistas e outros interesses.
A maioria dos 28 partidos representados no Parlamento não faz questão alguma de apresentar programas ou dizer o que os motiva, são apenas balcões de negócios, partidos bondes, siglas instrumentos para vender o tempo de TV ou espaço para candidaturas.  Formam uma maçaroca,  uma selva onde os oportunistas e até canalhas explícitos estão á vontade, como se vê nas eleições pela Mesa da Câmara e do Senado. Os anões decidem, o baixo clero sai à luz e exige abertamente concessões, não houve em momento algum discussão sobre programas dos candidatos e suas diferenças.
É incrível porém que uma das candidaturas na Câmara,  a de  Eduardo Cunha,  abertamente desfavorável ao governo federal, seja apoiado pelo PMDB, partido da base aliada. Incrível também porque o PMDB  tem a vice presidência da República e nada menos que seis ministros. Afinal, que aliança é essa? Por que de tantos deputados o PMDB se juntou em torno de um que é inimigo declarado da Presidente?
Grande parte dos governadores vem enfrentando o mesmo problema, ou seja, articulação dos fisiológicos que ameaçam se aliar a oposições, para disputar cargos nas mesas das assembleias. PSDB e PT, qualquer outro partido que se eleger, FHC mostrou isso, tem que se aliar e se submeter aos interesses dos delinquentes. Mas fazem por merecê-lo, pois jamais se empenharam em uma reforma política ou em discutirem seriamente como se livrarem dessa praga.
A atual eleição é uma tragédia que  aumentará ainda mais o fosso entre a sociedade e os legislativos. O sistema favorece a multiplicação ou pelo menos, a coragem dos fisiológicos, corruptos e oportunistas, que não teriam a ousadia de aparecer a luz do dia com essa facilidade se tivéssemos um sistema político com menos partidos, eleitores mais informados, sociedade civil mais organizada, informações de melhor qualidade por parte da mídia.
Percival Maricato
02 de fevereiro de 2015 

Garotinho é nomeado por Rosinha como secretário de governo em Campos

Ex-deputado se despediu de Brasília no domingo quando foi à posse da filha Clarissa

O que para muitos ainda não passava de especulação se confirmou na manhã desta segunda-feira (02/02), com a publicação no Diário Oficial do município de Campos, da nomeação para o cargo de DAS-01 da Secretaria de Governo, do ex-governador e deputado federal, Anthony Garotinho, que nos últimos meses, durante o período do recesso em Brasília, já vinha atuando de forma direta nas articulações políticas da cidade.
Um dia após se despedir de Brasília, onde exerceu o cargo de deputado federal por quatro anos, Garotinho, hoje com 54 anos, volta a Prefeitura que comandou por dois mandatos. A primeira eleição foi em 88, sendo prefeito até 92. O segundo mandato foi entre os anos de 97 e 98, quando voltou a disputar o governo do estado, sendo que diferente da primeira disputa em 94 sagrou-se governador do estado.
Em 2002 enfrentou o maior desafio de sua vida política, quando pelo PSB, candidatou-se a presidência da República e ficou em terceiro lugar com quase 15 milhões de votos, mesmo ano em que sua esposa foi eleita governadora do estado, também pelo PSB.
E essa não será a primeira vez que Garotinho exercerá um cargo no governo de sua esposa. Em 2003 Rosinha o convidou para assumir a Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro, na qual permaneceu até setembro de 2004.
Depois da derrota nas urnas, em outubro, quando tentou se eleger governador, Garotinho que não chegou ao segundo turno, como uma das primeiras medidas políticas, anunciou no momento em que firmava apoio ao candidato Marcelo Crivella que estaria retornando para sua cidade, Campos, para exercer a profissão de radialista, mas que se houvesse por parte de sua esposa a intenção de contar com ele para a pasta estaria pronto.
Nas últimas semanas Garotinho estreou na Rádio Educativa de Campos um programa de 8h às 9h, onde tem tido como principais temas as demandas do município, sendo sabatinado por ouvintes e fazendo o mesmo com os secretários.
Ururau.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

E o Povo???

A incapacidade de Dilma de limpar a agenda negativa




A presidente Dilma Rousseff não nomeou ainda os presidentes do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social). Não confirmou no cargo, ainda, Ministros de área social. Não definiu, com os respectivos Ministros, os projetos centrais de cada Ministério. Conclamou os Ministros para uma estratégia de comunicação, mas não definiu a estratégia.
Na 5a  feira passada criticou duramente – para assessores, vazando para os jornais – a estratégia de divulgação do “impairment” da Petrobras, que permitiu que um ajuste de R$ 88,8 bilhões nos ativos fosse tratado pela mídia como custo da corrupção.
Mas, da parte de Dilma, nada foi feito para preparar a empresa para enfrentar o terremoto atual.
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Existe um CEO adequado para cada circunstância. Para períodos de crescimento, de contenção, para épocas de crise, cada circunstância exige um perfil diferente.
Graça Foster é uma funcionária exemplar da Petrobras, mas exposta a um fogo cruzado intenso e desgastante, que a obriga a pensar na empresa, na sua segurança pessoal e a explicar-se diariamente sobre malfeitorias das quais não participou.
Além disso não tem experiência de CEO para analisar todas as circunstâncias e desdobramentos da crise atual.
O momento exigiria um CEO experimentado em questões de governança, que pudesse implantar métodos modernos de controle e isolar a operação definitivamente da crise política e policial.
A insistência de Dilma com Graça Foster foi imprudente e injusta para com ela própria. De certo modo repete-se o que já ocorreu em outras áreas do primeiro governo Dilma, em que a demora em proceder a substituições inevitáveis acabou  por impor sacrifícios adicionais às pessoas que permaneciam no cargo.
Dilma julga estar agindo com lealdade com seus subordinados, mas apenas os expõem a uma dose de sacrifício adicional, antes do inevitável.
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A segunda perna da estratégia seria  um presidente de Conselho de Administração com status de Ministro para administrar a crise, conversar com as empresas de auditoria, com o Grupo de Trabalho da Lava Jato, com o próprio mercado. E, principalmente, articular com os bancos operações de salvamento dos fornecedores da Petrobras, para impedir o desmantelamento da cadeia produtiva do petróleo e gás – que responde por 13% do PIB.
De preferencia, alguém que já tenha sido CEO de grandes grupos, que conheça os humores do mercado nacional e internacional, que saiba analisar os desdobramentos de decisões internas sobre o balanço, o mercado e os fornecedores.
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Está certo que, desde as eleições, Dilma não teve um minuto de sossego. No dia seguinte ao da apuração, já estava sob fogo cruzado. Mas o momento exige decisão. E exige, acima de tudo, discernimento e método para gerir o país em um pedaço complicado que virá pela frente.
Em períodos críticos como o atual, o governante não pode se dar o direito de apostar – como fez Dilma, mantendo Graça Foster no cargo quando normas mínimas de prudência recomendariam sua substituição, inclusive para tirar o tema Petrobras da frente e permitir ao governo avançar em uma agenda positiva.
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Tome-se a Procuradoria Geral da República. É um cargo relevante, mas longe da importância e da complexidade da Presidência da República. No entanto, o PGR conta com um conjunto de conselhos de alto nível – composto pelos quadros do Ministério Público Federal – para aconselhá-lo em todos os temas relevantes, de questões políticas a questões constitucionais.
Quando se olha para o Palácio do Planalto, o que se vê – ainda – é o governo de uma só, com poucos conselheiros opinando nas análises conjunturais, políticas e econômicas e quase nenhum sendo ouvido. E os problemas se acumulando pela incapacidade de Dilma de pensar friamente, estrategicamente para ir limpando o sótão de fantasmas que nunca são exorcizados.
GGN

Refletir!!!

Conteudismo: doença infantil da comunicação, por Wilson Ferreira                           31/01/2015 - 09:12