terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Dia de Combate à Aids em Campos
O Dia Munidal de Luta Contra à Aids, foi marcado por ações educativas e de prevenção em Campos. Palestras, orientações, testes rápidos do vírus HIV e distribuição de preservativos foram algumas das atividades que lembraram a data, no Centro da cidade e nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). De acordo com  o coordenador do DST/AIDS, Alexandre Sereno, a Aids voltou a assustar e preocupar: “Houve um aumento absurdo dos casos de Aids entre os jovens nos últimos anos. Neste sentido, o Brasil vai na contramão do que acontece em outras partes do mundo”, afirma. O aumento é de mais de 50% em seis anos.
A Associação Irmão da Solidariedade montou um stand no Boulevard Francisco Carneiro, no Centro. De acordo com a presidente da Associação, Fátima Castro, desde 2006, os casos de Aids nos jovens entre 15 e 25 anos aumentaram mais de 50%, o que quer dizer mais jovens soropositivos. No resto do mundo, o número de novos casos de HIV entre os jovens caiu 32% em uma década.
“O principal motivo é o comportamento sexual dos jovens. Acham que hoje ninguém mais morre de Aids, que se pegar o vírus é só tomar remédio e está tudo bem. Está tudo bem, não. É uma doença grave. Vai ter que tomar remédio a vida inteira. A Aids é uma doença grave, que causa sofrimento e não tem cura”, alerta a presidente.
Em diversos pontos do município, principalmente nas UBS, durante toda a semana de comemoração à data, será possível fazer um teste rápido de HIV. Uma estudante de 19 anos, que terá a identidade preservada, fez o teste no Centro de Doenças Infecciosas e Parasitárias (CDIP), no Centro. “Tive uma relação sexual sem camisinha, há um mês, e agora, vou aproveitar esta oportunidade para fazer o exame. Conheci um rapaz pela internet, a gente se envolveu, fui na casa dele, chegou lá, não tinha camisinha. Acabou rolando, sem prevenção mesmo”, justifica a estudante.
Após o resultado negativo, a estudante respirou aliviada, ressaltando que não vai se descuidar mais. “Não quero passar por esse susto, de novo!”.
Segundo Fátima Castro, ações como as de ontem, devem acontecer o ano todo. “As pessoas precisam entender que Aids não tem cura ainda. Mas a esperança pode estar em quem não tem o vírus. Por isso, é fundamental continuar usando camisinha.”



Fonte: fmanha.com.br



País deixa de fazer mais de 33% das obras antiapagão.

Torres de transmissão de eletricidade em Santo Antônio do Jardim. REUTERS/Paulo Whitaker

Mais de um terço das obras indicadas pelo Operador Nacional do Sistem Elétrico (ONS) como prioritárias para garantir o abastecimento elétrico do País deixa de ser executada pelo governo. A informação consta do Plano de Ampliações e Reforços (PER), relatório do ONS que acaba de ser concluído. Nesse documento, que é atualizado anualmente, o órgão responsável pela gestão do suprimento nacional de energia define quais os projetos atrelados à transmissão e de energia devem entrar em operação nos próximos três anos, para evitar riscos de pane e apagões. A lista de empreendimentos também aponta a necessidade de erguer novas subestações de energia.

Cobrança

No balanço que acaba de ser concluído, o ONS destaca que, de um total de 310 obras que precisam ser construídas entre 2015 e 2017, 34% são empreendimentos que já foram pedidos em estudos anteriores, mas não foram licitados pelo governo. Por isso, são novamente cobrados pelo operador do sistema elétrico.

Pelos cálculos do ONS, o governo teria de investir R$ 13,8 bilhões nessas ações de ampliação e reforço de linhas de transmissão. Ocorre que boa parte dos projetos nem sequer tem previsão de ser objeto de leilão.
Os dados apontam que, dos 45 mil quilômetros de novas linhas de transmissão que precisam entrar em operação nos próximos três anos, 10,2 mil quilômeros ainda não têm previsão de concessão, ou seja, não estão no planejamento para serem leiloadas. A maior parte dessas linhas está concentrada nas regiões Sudeste/Centro-Oeste (38%), onde está a maior parcela do consumo nacional de energia. 

Fonte: O Estado de S. Paulo

sábado, 29 de novembro de 2014

Chuva em MG eleva Paraíba.


De acordo com o secretário de Defesa Civil de Campos, Henrique Oliveira, as chuvas dos últimos dias contribuíram para o aumento do nível do rio Paraíba do Sul. Neste sábado (29), a medição era de 6,67 metros, após a chuva que caiu em Carangola (Minas Gerais) e fez com que o rio de mesmo nome transbordasse. Na região, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) emitiu aviso de alerta máximo para a situação do Rio Carangola, em Porciúncula. Outro alerta foi emitido para o rio Itabapoana, em Bom Jesus do Itabapoana.
— O nível do rio Paraíba está estabilizado. Tem previsão de muita chuva até amanhã (domingo,30). Só não sei se esse nível irá se manter pela questão da previsão de chuva que, até o momento, só vai até amanhã (domingo). Mas, mesmo assim, nós precisávamos dessa chuva — disse Henrique Oliveira, por telefone, na tarde de sábado.
Ainda de acordo com o Inea, em Natividade, também banhado pelo Carangola, o estado é de atenção. O mesmo para Laje do Muriaé, Itaperuna, Cardoso Moreira e Italva (Rio Muriaé), Santo Antônio de Pádua (Rio Pomba). O assunto chegou a ser abordado no blog “Entrelinhas”, da jornalista Júlia Maria Assis e hospedado na Folha Online.


Fonte: fmanha.com.br

Limpa Paraíba: ação de mobilização neste domingo.

 Limpa Paraíba 1
Com o objetivo de despertar na população a necessidade de destinar o lixo em locais apropriados, de forma a não poluir o meio ambiente, especialmente as águas será realizado neste domingo (30) o projeto Limpa Paraíba. A Prefeitura de Campos, através de várias secretarias, vai desenvolver o projeto em parceria com o Grupo Capivara.
– É uma excelente oportunidade para a prefeitura e a sociedade interagirem por um bem comum, que é a limpeza dos seus recursos hídricos – destaca o secretário de Meio Ambiente, Zacarias Albuquerque.
A ação contará com a parceria das secretarias de Defesa Civil, Limpeza Pública, entidades e voluntários, como o Grupo Capivara. “É um grupo de alunos do curso de Meio Ambiente do IFF, que visa valorizar e proteger as capivaras. O grupo estará junto conosco nesta ação para preservar o nosso rio”, finaliza o secretário.

Fonte: campos24horas.com.br

E O SALÁRIO DO POVO?

Salário dos deputados pode aumentar R$ 10 mil.

O reajuste foi proposto pelos próprios parlamentares.
Se reajustados, os novos salários passariam a valer em janeiro / Arquivo/Agência Brasil

Os salários de deputados e senadores podem ser reajustados em quase R$ 10 mil. O aumento, de R$ 26,7 mil para R$ 36 mil, foi proposto pelos próprios deputados federais e já está sendo discutido pela Mesa Diretora da Câmara, mas ainda precisa ser aprovado. 

Se reajustados, os novos salários passariam a valer em janeiro do ano que vem, início do novo mandato. O aumento foi calculado com base na inflação acumulada nos últimos quatro anos - data do último reajuste.

O presidente da Casa, Henrique Alves (PMDB-RN), promete levar o assunto ao Palácio do Planalto na próxima semana. Isso porque, para ser reajustado, os valores precisaram estar previstos no Orçamento do ano que vem e o projeto da Lei Orçamentária está em fase de discussão no Congresso Nacional.

Com o reajuste, aumentam também os salários dos ministros e da presidente da República. 



Fonte: band.com.br
Cerca 500 protestam contra Dilma em SP.
Ato na Avenida Paulista seguiu pacífico; Lobão hostilizou quem pedia intervenção militar

Grupo pediu saída de Dilma do poder / Futura Press/Folhapress

Cerca de 500 pessoas se reuniram na tarde deste sábado (29) na Avenida Paulista, em São Paulo, para protestar contra a presidente Dilma Rousseff. Segundo a Policia Militar, o ato foi pacífico até o final.

Entre os cartazes que os manifestantes carregavam estavam frases contra o partido da presidente, o PT, e também pedidos de impeachment. 


A aglomeração foi acompanhada por um carro de som, sobre o qual estava o cantor Lobão, que repreendeu um pequeno número de pessoas que pedia a intervenção militar. Ele disse que aqueles manifestantes não eram bem vindos na passeata e mandou que fossem “protestar em outro lugar”.


Fonte: band.com.br

Brasil fica quase na lanterna do crescimento mundial.


A queda de 0,2% na atividade econômica brasileira no terceiro trimestre deste ano em relação a igual período de 2013, anunciada sexta-feira (28) pelo IBGE, deixou o País quase na lanterna do crescimento mundial. De uma lista de 34 economias, o Brasil ocupou a 31.ª colocação, segundo levantamento da consultoria Austin Rating.
O desempenho brasileiro ficou abaixo do verificado em países como Grécia e Espanha, que ainda tentam se reerguer de crises severas, e foi o pior entre as grandes economias emergentes, que compõem o Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).
No topo do Brics, a China cresceu 7,3% no terceiro trimestre ante igual período do ano passado, enquanto a Índia teve alta de 5,3%. Já o Produto Interno Bruto (PIB) da África do Sul, que vive quadro de inflação elevada, juros altos e atividade em recuperação, teve aumento de 1,4%. A Rússia, mesmo às voltas com a crise geopolítica envolvendo a Ucrânia, avançou 0,7%.
O resultado brasileiro só não foi pior que a atividade de Itália, Japão e da própria Ucrânia. O economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, responsável pelo estudo, atribui a má colocação do Brasil à gestão equivocada da política econômica.
“Há profundos problemas na gestão da política econômica, com destaque para a atabalhoada política monetária de juros relativamente altos com inflação alta e atividade econômica em retração. Além, é claro, da política fiscal expansionista”, disse Agostini, em relatório.
A recuperação, defendeu o economista, depende de mais investimentos e novos acordos multilaterais, diversificando o leque de países parceiros em termos de comércio. Hoje, os grandes consumidores das exportações brasileiras são China (commodities) e Argentina (manufaturados), que passam por ajustes. “Esses países não deverão manter a mesma contribuição observada em anos anteriores.”
Setor externo
No período de julho a setembro deste ano, o desempenho do setor externo foi favorável ao crescimento na comparação com igual período de 2013. O volume das exportações cresceu 3,8%, enquanto as importações tiveram avanço mais tímido, de 0,7%.
“As exportações cresceram mais que as importações. Tem quatro trimestres seguidos que a gente tem contribuição positiva do setor externo no crescimento”, disse Rebeca Palis, gerente de Contas Nacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Na comparação com o segundo trimestre, porém, o setor externo tirou fôlego da economia, já que a lógica foi justamente inversa. As importações foram 2,4% maiores, enquanto os embarques avançaram 1%.
“Isso é resultado da baixa competitividade da indústria doméstica, que vivencia problemas do lado da oferta”, avaliou o estrategista-chefe do Banco Mizuho, Luciano Rostagno. A recente desvalorização do real ante o dólar, contudo, pode melhorar esse quadro, acrescentou Rostagno. (As informações são do jornal O Estado de S. Paulo)